quarta-feira, 5 de março de 2008
Estado Actual da Obra
Publicada por
Pedro Moço
à(s)
04:05
0
comentários
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Notícia de última hora! O Pai Natal esteve em S. Vicente.
Em Dezembro de 2007, o Pai Natal esteve na Guiné Bissau, na localidade de S. Vicente. Chegou afogueado, suado do calor e da vestimenta adaptada apenas a latitude mais elevadas, mas chegou e espalhou felicidade.
E chegou. Chegou, e logo o bando de meninos e meninas, perfilaram á sua frente, se sentaram no seu colo e conheceram o Pai Natal, que a todos conhece e que, de todos se lembra.
Publicada por
Pedro Moço
à(s)
03:30
1 comentários
Vicentina - O novo membro da grande familia da Obra da Ponte de S. Vicente
Publicada por
JoséMVRio
à(s)
02:43
0
comentários
domingo, 16 de dezembro de 2007
Da Guiné... à Guinada

Não tem sido fácil para qualquer um de nós, em algumas situações, a habituação a esta terra. Não sei se pela temperatura, muito calor, se pelo clima, se pela alimentação ou se por outra razão qualquer. Sei, isso sim, que amiúde lá se vai ouvindo aqui pelo estaleiro e pela obra o
Mas graças a Deus que temos aqui uma BOA EQUIPA.
Publicada por
Eduardo Martins
à(s)
14:38
1 comentários
domingo, 2 de dezembro de 2007
Fanado – Cerimónia de iniciação masculina na vida adulta
Eis como Eva Kipp (Guiné-Bissau: aspectos da vida de um povo, EDITORIAL INQUÉRITO, 1994), descreve a cerimónia:
Normalmente, é o pai quem decide enviar o filho ao fanado ou, na sua ausência, o irmão mais velho; mas por vezes são os jovens que pedem para ir, desde que o irmão mais velho já tenha ido.Nas vésperas do início do fanado, realizam-se várias festas e uma das mais interessantes é um concurso de canto e dança entre os diversos grupos que irão participar no mesmo. Cada grupo escolhe no seu seio o melhor artista, na dança e no canto. Durante todo o dia, esses artistas exibem-se na tabanca, simultaneamente, procurando arrastar atrás de si os espectadores. Assiste-se a correrias dos artistas que procuram arrastar as pessoas interessadas na sua actuação em detrimento dos outros concorrentes.
Cada um procura fazer o melhor que pode no canto e criar improvisações teatrais mais interessantes.Ao fim da tarde, há um dos concorrentes que consegue arrastar atrás de si praticamente todos os presentes. É o grande vencedor do concurso e o mais famoso dos que irão entrar no fanado.Nessa tarde, todos os que vão ao fanado comem a última refeição em casa, desaparecendo em seguida no mato sagrado, onde irão permanecer durante quase dois meses. O que acontece lá durante esse tempo é um segredo que nenhum deles poderá desvendar após a saída, mas sabe-se que, para além da circuncisão, eles têm de dar provas de poder passar a adulto e aprendem a nova forma de estar na sociedade no pós-fanado.No dia em que regressam do mato sagrado, realiza-se na tabanca uma grande festa e os que regressam do fanado recebem diversos presentes dos familiares e amigos. É a partir desse dia que eles conquistam o direito de usar um barrete de cor vermelha que distingue os adultos que já foram ao fanado na sociedade balanta.É também a partir desse dia que o grupo de «blufos» da geração seguinte, jovens que ainda não foram ao fanado, começa o longo período que os conduzirá ao próximo fanado, porta de acesso à sociedade dos adultos.”
Publicada por
JoséMVRio
à(s)
16:26
0
comentários
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Golfinhos no rio Mansoa
Publicada por
Pedro Moço
à(s)
02:14
3
comentários
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Apenas o céu...
Publicada por
Pedro Moço
à(s)
17:09
0
comentários
"...E nós Carolina!..."
Confesso que não li o livro e posso afirmar, quase com toda a certeza, que nunca o irei ler.
Talvez por não dar valor algum a este tipo de personagens, que aparecem no meio do lodo e florescem á custa das "humidades" que esse lodo lhes proporciona. E logo desaparecem sempre que pantano seca.
Mas, como nós por cá ainda vamos escutando alguma coisa de Portugal, e esse é, infelizmente um tema da actualidade, eu resolvi solidarizar-me com outras tantas como ela, que raramente são noticia ou escrevem livros. Apenas faladas e lembradas, de longe a longe, no reino dos "beefs", por estarem "loucas".
Por isso, hoje, vou reservar um espaço a "elas", às vacas de Africa, que também têm o direito de dizer .... ..." E NÓS CAROLINA!..."
Publicada por
Eduardo Martins
à(s)
12:57
0
comentários
domingo, 18 de novembro de 2007
Ponte S. Vicente - Sinalização Índice A
Qualquer projecto, por mais analisado e controlado que seja, tem normalmente alguns erros e ou omissões, que só são detectados durante a fase de execução. Esses erros ou omissões detectados são assinalados e comunicados ao projectista para que seja feita uma correção ao desenho, atribuindo-se um novo índice. Este processo, por vezes, é um pouco demorado porque existem varias trocas de correspondencia entre as partes envolvidas no projecto.
Publicada por
Eduardo Martins
à(s)
17:12
1 comentários
sábado, 17 de novembro de 2007
A água, ainda e sempre, um bem essencial…
A foto ilustra o primeiro dia, em que ainda não estava montado sistema de tubagem e abastecimento, mas em que a pequenada guineense, aproveitou o improviso de um tubo solto para se refrescar num quente dia de sol.
Publicada por
JoséMVRio
à(s)
05:48
0
comentários
Um porco a andar de bicicleta
Na Guiné-Bissau podemos mesmo acreditar em tudo e que, em cada dia, haverá sempre uma novidade mais surpreendente do que as dos dias precedentes. A foto ilustra um porco a andar de bicicleta. Será que, por o dito suíno ir no lugar do pendura, a situação não conta para a nossa credulidade total?
Pode não contar, mas podemos sempre dizer alto e bom som que “vimos um porco a andar de bicicleta”, mesmo que o pobre suíno não pedale, nem toque a campainha…
Publicada por
JoséMVRio
à(s)
05:45
0
comentários
Vamos à Foz do Douro
Não é o caso. Tratam-se de duas unidades vindas de Portugal, que ostentam ainda a pintura original dos STCP (Serviços de Transportes Colectivos do Porto) e que fazem viagens para várias localidades, das quais se destaca a carreira Bula-Bissau.
A razão para a manutenção da pintura original prende-se, provavelmente, com a falta de tinta, ou os meios para a adquirir. Ou será que a sigla STCP foi entendida, como era voz corrente no Porto (Portugal), como STCP – Somos Transportados Como Porcos?
Publicada por
JoséMVRio
à(s)
05:43
1 comentários
Talho de Safim
Para nós, apenas o melhor…
Publicada por
JoséMVRio
à(s)
05:40
0
comentários
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
CemFranco
Publicada por
Pedro Moço
à(s)
08:13
3
comentários
A bicicleta camião
Mas o esforço e imaginação de utilizar o mais eficientemente possível os transportes, não se fica pelos pesados. Até uma simples bicicleta, como se pode ver na imagem acima, desafia a gravidade e o bom senso para transportar mais carga em menos tempo. Aparentemente, o céu é o limite...
Publicada por
Pedro Moço
à(s)
08:02
0
comentários
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Olhóóóó cafézinhooooo....
Publicada por
Pedro Moço
à(s)
05:31
0
comentários
Os transportes na Guiné-bissau
A opção melhor para um estrangeiro se deslocar na Guiné Bissau é sempre a viatura particular, de preferência com capacidade todo o terreno. Existe uma rede viária entre as principais localidades, alcatroada e em relativo bom estado. Fora destes acessos, a circulação faz-se por picadas, em terra batida que, especialmente na estação das chuvas, não são de fácil circulação.Está muito vulgarizado uma espécie de táxi colectivo denominado “toca toca” cuja lotação máxima é “mais um”. É incrível o número de pessoas e a quantidade de mercadorias que um “toca toca” pode transportar. Frequentemente viajam com as portas de trás abertas e mais dois ou três penduras aí arriscam a vida, precariamente instalados.
Tratam-se de viaturas, do tipo van, originárias sobretudo da Europa, sucata na sua maioria, aqui convertidas em transporte colectivo e levadas até ao extremo máximo da sua utilização. Não raro, são desprovidas de travões.
Na capital Bissau e arredores pode-se ainda circular em táxis ligeiros, de cor azul e branca, normalmente Mercedes 190D, já no limite máximo e possível da sua vida como veículos. Porém, mais um pingo de solda aqui e ali, umas peças do ferro velho e, incrivelmente, continuam a circular. O pagamento da tarifa num táxi não garante a exclusividade da viagem, e o estrangeiro facilmente se surpreenderá ao constatar que durante a viagem o táxi vai recolhendo passageiros até ao seu limite máximo.
Uma outra curiosidade relativa a transportes públicos é a existência de autocarros dos Serviços Colectivos de Transportes do Porto e dos serviços equivalentes em Barcelona, que circulam ainda com as cores originais. Apetece, ao ver passar um, apanhar uma boleia para a Foz do Douro.
Publicada por
Pedro Moço
à(s)
05:15
1 comentários
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Os direitos dos animais na Guiné-Bissau ou talvez não...

Publicada por
Pedro Moço
à(s)
10:45
0
comentários
Travessia do Rio Cacheu
Publicada por
Pedro Moço
à(s)
10:15
0
comentários
O rio Cacheu, num fim de tarde de Setembro.
Publicada por
Pedro Moço
à(s)
03:22
0
comentários









