O nosso muito Obrigado, Vitoriano Machado.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Os jardins proibidos de S. Vicente.
O nosso muito Obrigado, Vitoriano Machado.
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JoséMVRio
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sexta-feira, 8 de agosto de 2008
A obra e a sua evolução.

Com a conclusão das estacas a 19.abr.08, as sapatas ficarão concluidas até final de agosto.08, a foto representa a evolução da obra do lado de Ingoré.
As chuvas,ventos fortes e trovoadas que se fazem sentir nos meses compreendidos entre maio a meados de outubro, nao conseguem amedrontar quem quer acabar a obra dentro dos prazos estabelecidos.
O lado de Bissau decorre normalmente, o tabuleiro ao solo encontra-se concluido, o pilar 4 com o " carro de avanço" montado, o pilar 3 com a Aduela 0 executada aguarda a montagem do "carro de avanço" que está para breve.
Na foto abaixo vê-se o inicio da montagem do "carro de avanço" no pilar 5.
Os Guineenses e não só, daqui a uns meses já podem circular livremente,sem os problemas que se deparam diariamente quando têm que atravessar o Rio Cacheu.
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JoséMVRio
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sexta-feira, 20 de junho de 2008
No rosto de uma criança reside a poesia.
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Pedro Moço
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A obra.
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Pedro Moço
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segunda-feira, 14 de abril de 2008
A Guiné-Bissau e os conflitos civil-militares.
Comprei este livro no aeroporto da Portela, em Lisboa, no exacto dia, em que, após o Natal e festa de Ano Novo, viajei de novo para cá. Uma pausa para comprar tabaco (esse vicio execrável, que nos torna, na actualidade, criminosos aos olhos da sociedade…), e eis um título que me chama a atenção. A viagem é para Bissau, e o título “Bissau em chamas – Junho de 1998), não podia deixar de captar-me a atenção. Pareceu-me coincidência, mas talvez não o seja – em cada viagem que faço a Portugal, sempre me abasteço de exemplares dos mais variados géneros literários, pelo menos quatro por cada mês que tenciono cá passar. A leitura e os livros sempre me encantaram, desde o dia (o dia exacto, eu lembro-me!) em que comecei a ler e o mundo, de repente, começou a fazer sentido para mim. Nesta busca constante do conhecimento na forma impressa, uma forma de ver o mundo subindo aos ombros de gigantes, não há coincidências, mas antes uma busca aturada, apaixonada e paciente.
O livro foi escrito por Alexandre Reis Rodrigues e Américo Silva Santos, e está editado pela Casa das Letras. Li-o quase de um fôlego. É despretensioso, no sentido literário do termo, e pretende apenas esclarecer a acção portuguesa no conflito de 7 de Junho na Guiné-Bissau, nomeadamente o resgate de cidadãos nacionais. É um livro exacto, numa versão de militares, em missão de paz. Mas pelo meio, inevitavelmente, esclarece em termos históricos as razões do conflito, as suas consequências e desfecho.E percebe-se, nas linhas e entrelinhas, quem realmente sofreu com este conflito, aliás, quem sempre sofre com estes conflitos: o povo. Nos guineenses com quem falo, estão bem presentes os tempos que viveram, a fome, o medo, a solidariedade da grande família guineense. Enquanto as posições se endureciam, e o governo e Junta Militar, recusavam, numa fase inicial, qualquer hipótese de diálogo ou solução para o conflito, o povo abandonava Bissau e via a sua vida assumir contornos ainda mais precários do que os habituais.
O conflito destruiu o país, arruinou as suas já precárias infra-estruturas, arrasou a economia e a ninguém aproveitou. Um conflito desta ordem, apenas pode ter um ponto positivo: proporcionar a reflexão, a análise de como se pode em 11 meses destruir um pequeno país e mergulhá-lo em décadas de atraso e miséria. Mas essa reflexão, no meu ponto de vista, não está feita.
A foto que encima este post retrata três crianças nascidas pós-conflito. Nos rostos, a inocência, a esperança, a galhardia própria da idade. Saiba-se olhar para estas crianças e perceber que o seu futuro fica irremediavelmente comprometido, sempre que políticos e militares pensam apenas no seu orgulho e em manter o seu modo de vida e poder.
A Guiné-Bissau é dos guineenses e estes merecem que quem governe o país, goste tanto dela como eles próprios. Saiba-se reconstruir a Guiné aos poucos, mas com firmeza, anulem-se as hipóteses de novos conflitos e, dê-se aos guineenses aquilo que eles mais desejam: A Paz.
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Pedro Moço
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quarta-feira, 5 de março de 2008
Estado Actual da Obra
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Pedro Moço
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sábado, 2 de fevereiro de 2008
Notícia de última hora! O Pai Natal esteve em S. Vicente.
Em Dezembro de 2007, o Pai Natal esteve na Guiné Bissau, na localidade de S. Vicente. Chegou afogueado, suado do calor e da vestimenta adaptada apenas a latitude mais elevadas, mas chegou e espalhou felicidade.
E chegou. Chegou, e logo o bando de meninos e meninas, perfilaram á sua frente, se sentaram no seu colo e conheceram o Pai Natal, que a todos conhece e que, de todos se lembra.
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Pedro Moço
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Vicentina - O novo membro da grande familia da Obra da Ponte de S. Vicente
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domingo, 16 de dezembro de 2007
Da Guiné... à Guinada

Não tem sido fácil para qualquer um de nós, em algumas situações, a habituação a esta terra. Não sei se pela temperatura, muito calor, se pelo clima, se pela alimentação ou se por outra razão qualquer. Sei, isso sim, que amiúde lá se vai ouvindo aqui pelo estaleiro e pela obra o
Mas graças a Deus que temos aqui uma BOA EQUIPA.
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Eduardo Martins
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domingo, 2 de dezembro de 2007
Fanado – Cerimónia de iniciação masculina na vida adulta
Eis como Eva Kipp (Guiné-Bissau: aspectos da vida de um povo, EDITORIAL INQUÉRITO, 1994), descreve a cerimónia:
Normalmente, é o pai quem decide enviar o filho ao fanado ou, na sua ausência, o irmão mais velho; mas por vezes são os jovens que pedem para ir, desde que o irmão mais velho já tenha ido.Nas vésperas do início do fanado, realizam-se várias festas e uma das mais interessantes é um concurso de canto e dança entre os diversos grupos que irão participar no mesmo. Cada grupo escolhe no seu seio o melhor artista, na dança e no canto. Durante todo o dia, esses artistas exibem-se na tabanca, simultaneamente, procurando arrastar atrás de si os espectadores. Assiste-se a correrias dos artistas que procuram arrastar as pessoas interessadas na sua actuação em detrimento dos outros concorrentes.
Cada um procura fazer o melhor que pode no canto e criar improvisações teatrais mais interessantes.Ao fim da tarde, há um dos concorrentes que consegue arrastar atrás de si praticamente todos os presentes. É o grande vencedor do concurso e o mais famoso dos que irão entrar no fanado.Nessa tarde, todos os que vão ao fanado comem a última refeição em casa, desaparecendo em seguida no mato sagrado, onde irão permanecer durante quase dois meses. O que acontece lá durante esse tempo é um segredo que nenhum deles poderá desvendar após a saída, mas sabe-se que, para além da circuncisão, eles têm de dar provas de poder passar a adulto e aprendem a nova forma de estar na sociedade no pós-fanado.No dia em que regressam do mato sagrado, realiza-se na tabanca uma grande festa e os que regressam do fanado recebem diversos presentes dos familiares e amigos. É a partir desse dia que eles conquistam o direito de usar um barrete de cor vermelha que distingue os adultos que já foram ao fanado na sociedade balanta.É também a partir desse dia que o grupo de «blufos» da geração seguinte, jovens que ainda não foram ao fanado, começa o longo período que os conduzirá ao próximo fanado, porta de acesso à sociedade dos adultos.”
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segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Golfinhos no rio Mansoa
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segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Apenas o céu...
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"...E nós Carolina!..."
Confesso que não li o livro e posso afirmar, quase com toda a certeza, que nunca o irei ler.
Talvez por não dar valor algum a este tipo de personagens, que aparecem no meio do lodo e florescem á custa das "humidades" que esse lodo lhes proporciona. E logo desaparecem sempre que pantano seca.
Mas, como nós por cá ainda vamos escutando alguma coisa de Portugal, e esse é, infelizmente um tema da actualidade, eu resolvi solidarizar-me com outras tantas como ela, que raramente são noticia ou escrevem livros. Apenas faladas e lembradas, de longe a longe, no reino dos "beefs", por estarem "loucas".
Por isso, hoje, vou reservar um espaço a "elas", às vacas de Africa, que também têm o direito de dizer .... ..." E NÓS CAROLINA!..."
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Eduardo Martins
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domingo, 18 de novembro de 2007
Ponte S. Vicente - Sinalização Índice A
Qualquer projecto, por mais analisado e controlado que seja, tem normalmente alguns erros e ou omissões, que só são detectados durante a fase de execução. Esses erros ou omissões detectados são assinalados e comunicados ao projectista para que seja feita uma correção ao desenho, atribuindo-se um novo índice. Este processo, por vezes, é um pouco demorado porque existem varias trocas de correspondencia entre as partes envolvidas no projecto.
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Eduardo Martins
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sábado, 17 de novembro de 2007
A água, ainda e sempre, um bem essencial…
A foto ilustra o primeiro dia, em que ainda não estava montado sistema de tubagem e abastecimento, mas em que a pequenada guineense, aproveitou o improviso de um tubo solto para se refrescar num quente dia de sol.
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JoséMVRio
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Um porco a andar de bicicleta
Na Guiné-Bissau podemos mesmo acreditar em tudo e que, em cada dia, haverá sempre uma novidade mais surpreendente do que as dos dias precedentes. A foto ilustra um porco a andar de bicicleta. Será que, por o dito suíno ir no lugar do pendura, a situação não conta para a nossa credulidade total?
Pode não contar, mas podemos sempre dizer alto e bom som que “vimos um porco a andar de bicicleta”, mesmo que o pobre suíno não pedale, nem toque a campainha…
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JoséMVRio
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Vamos à Foz do Douro
Não é o caso. Tratam-se de duas unidades vindas de Portugal, que ostentam ainda a pintura original dos STCP (Serviços de Transportes Colectivos do Porto) e que fazem viagens para várias localidades, das quais se destaca a carreira Bula-Bissau.
A razão para a manutenção da pintura original prende-se, provavelmente, com a falta de tinta, ou os meios para a adquirir. Ou será que a sigla STCP foi entendida, como era voz corrente no Porto (Portugal), como STCP – Somos Transportados Como Porcos?
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JoséMVRio
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Talho de Safim
Para nós, apenas o melhor…
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JoséMVRio
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quinta-feira, 8 de novembro de 2007
CemFranco
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Pedro Moço
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A bicicleta camião
Mas o esforço e imaginação de utilizar o mais eficientemente possível os transportes, não se fica pelos pesados. Até uma simples bicicleta, como se pode ver na imagem acima, desafia a gravidade e o bom senso para transportar mais carga em menos tempo. Aparentemente, o céu é o limite...
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Pedro Moço
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